Diamantina - MG

Município histórico localizado na encosta da Serra de Santo Antônio. Atualmente, Diamantina é uma das cidades históricas mais conhecidas e visitadas do país. O casario colonial, de inspiração barroca; as edificações históricas; as igrejas seculares; a belíssima paisagem natural e uma forte tradição religiosa, folclórica e musical conferem uma singularidade especial à cidade.


Secretaria do Turismo:
(38) 3531-9527
Site:
http://www.diamantina.mg.gov.br

Pontos Turísticos

Basílica do Sagrado Coração de Jesus

Construção de 1.884 e concluída em 1.889. Seus vitrais franceses refletem toda a beleza do estilo neo-gótico. Eles representam os quinze mistérios do Rosário de Maria. O décimo sexto é a representação da aparição do Coração de Jesus à Santa Margarida Maria.

Cachoeira da Sentinela

Águas límpidas, pequenas quedas d?água e piscinas naturais formam a praia da Sentinela, onde a temperatura é sempre abaixo de 20° C. Para completar a paisagem uma extensa área de areia alva se localiza a frente desse atrativo.

Cachoeira das Fadas

A Cachoeira das Fadas tem uma queda aproximada de 25mts de altura e forma uma piscina natural cercada por uma vegetação. O local é apropriado para quem almeja descanso e repouso, podendo realizar banhos reparadores e energizantes.

Cachoeira do Tombadouro

Três quedas compõem a Cachoeira do Tombadouro, tendo duas delas altura aproximada de 2mts. Além disso piscinas naturais ainda compõem a paisagem local que é rodeada por formações rochosas e vegetação de cerrado e mata de galeria.

Cachoeira dos Cristais

Esse atrativo é localizado em propriedade particular e possui formações rochosas entremeadas por vegetação de cerrado. O turista pode se banhar em duas quedas principais, que têm altura média de 2mts, nos filetes e poços d?água e numa piscina natural, ideal para repouso.

Caminho dos Escravos

A configuração urbana de Diamantina, que se processou durante o século XVIII e XIX, foi norteada com base nos caminhos de acesso aos locais de mineração, na proximidade do arraial, como o conhecido "Caminho dos Escravos", e nas vias de ligação com os demais núcleos urbanos mineradores.

Casa de Chica da Silva

Casa pertencente ao contratador João Fernandes de Oliveira, que nela viveu em companhia da lendária Chica da Silva, provavelmente entre os anos de 1763 e 1771. É um dos exemplares mais expressivos da arquitetura residencial mineira do século XVIII.

Chafariz do Rosário

Construído em frente a Igreja do Rosário, em 1787. Possui duas bicas com água potável e um tanque para bebedouro de animais.

Cruzeiro do Centenário

Aos 05 de março de 1938, no alto da Serra do Rio Grande, foi inaugurado e abençoado um novo Cruzeiro (terceiro) para a cidade de Diamantina, antecedendo às comemorações do Centenário da cidade, que aconteceria no dia seguinte, 06 de março de 1938, com imponente passeata cívica pelas principais ruas da cidade. O novo Cruzeiro tem 5mts de altura por 1,50 de braço, feito de cimento armado e o primeiro a ser todo iluminado.

Cruzeiro do Cula

Para os cristãos, a mais venerável de todas as imagens é a Cruz do Salvador. As nossas igrejas, os nossos altares e os nossos cemitérios estão todos ornados com cruzes. A Cruz do Cula é a segunda que a cidade possuiu, como símbolo confortante da Igreja Católica e de proteção para a população.

Gruta do Salitre

O Distrito Diamantino, além de outras riquezas minerais, possuía o salitre, que era encontrado em uma ou outra lapa. A extração era fácil, bastava apanhar o salitre puro e cristalizado, que se firmava na superfície das nitreiras, sendo usado somente para uso da farmácia ou para o fabrico clandestino da pólvora em quantidades insignificantes.

Igreja da Ordem Terceira de Nossa Senhora do Carmo

Esta igreja, uma das mais significativas da região Diamantina, alia a arquitetura graciosa e ao mesmo tempo imponente com a delicadeza e o vigor da decoração pictórica e de talha. A torre única, foi construída na parte posterior, solução absolutamente original e inusitada.

Igreja de Nossa Senhora do Rosário

A Igreja de Nossa Senhora do Rosário configura uma importante referência na paisagem de Diamantina, por se apresentar de forma isolada, num amplo adro aberto. Implantada no mesmo nível da rua, compõe o antigo largo do Rosário, atual praça Dom Joaquim.

Matriz Metropolitana de Santo Antônio

Antiga Igreja de Santo Antônio do Tijuco. A construção atual foi finalizada em 1932, substituindo a original, que tinha frente para a casa do Padre Rolim.

Mercado dos Tropeiros

O local onde hoje se encontra o Mercado Municipal, atual praça Barão de Guaicuí, pertenceu originalmente ao tenente Joaquim Cassimiro Lages, que em 1835, ali construiu um prédio de moradia e comércio e um rancho de tropeiros ou "intendência", nome dado aos locais destinados ao descarregamento e comercialização de mercadorias vinda de outros lugares, cujo comércio foi desarticulado por volta de 1884.

Museu da Imprensa e Associação do Pão de Santo Antônio

O Museu da Imprensa é constituído por um conjunto de casas, composto pela Capela de Santo Antônio e a Associação Pão de Santo Antônio. O destaque jornalístico que marcou época, e que ocupa espaço nesse museu, foi o Jornal Pão de Santo Antônio. Os exemplares circularam por um período de 30 anos, entre 1906 e 1936.

Passadiço da Dores

Construído no século XVIII. O conjunto já serviu de residência ao primeiro Bispo de Diamantina e abrigou o Colégio Nossa Senhora das Dores. Hoje, a Casa da Glória representa o Instituto Exchewege e mantém uma exposição permanente de pedras.

Pico do Itambé

De vários pontos da cidade avista-se o Pico do Itambé, cotado a uma altura de 2.002mts, situado no município de Santo Antônio do Itambé, que outrora foi o orientador e o protetor de todos aqueles que vinham de Ouro Preto, no sentido Serro a Diamantina, seja pela Estrada Real ou pelos caminhos que os tropeiros enfrentavam para a comercialização de suas cargas.

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